blurp

Junho 11, 2008 - 4 Respostas

Junho, época de exames, fingir que estuda, anestesia cerebral. 

chove há quase 6 semanas. 

há-que ver o Euro, há-que ouvir Seu Jorge 🙂

sol*

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Junho 8, 2008 - Uma resposta

há-que deitar na cama, olhar o tecto, sentir o branco, inspirar e

“…vale a pena”:)

e o olhar muda, a rigidez relaxa, o sorriso esboça, o coração é meu, eu sou meu!

ou quatro ou cento e vinte e um

Junho 6, 2008 - 3 Respostas
Barcelona, agora casa; o tempo passa rápido, já foram 4 meses.

4 meses de aribau252

4 meses de 170 episódios de scrubs e 125 horas de belgious 🙂

4 meses de histórias do latinas e persas, jantares, bromas, alguns abraços y outras shishas

4 meses de conversas, risos, confissões, explicações

4 meses de autonomia

4 meses de saudades, também

4 meses de procura de verdades…outros tantos de alguma relutância,algum rancor, definições e indefinições

4 meses de filicleta

4 meses de viagens

4 meses de alguns desafios

4 meses de sorrisos, risos, alguma confiança, alguma dor, pouco carinho

4 meses de novas pessoas, novos amigos y novos projectos

4 meses da minha vida, com orgulho:)

ps: mas/e já chove há 5 semanas…:x

20 anos, com Amor.

Junho 4, 2008 - 6 Respostas

dia 3 de Junho. Há uma rapariga em Telheiras que faz 20 anos.

em Barcelona, um qualquer rapaz, ensonado de uma jornada berlinense, pára para recordar um pouco:

 

Em plena idade juvenil, este boi rapaz faz uma inocente competição com o boi Luís, depois de um jantar com pessoal mais novo, “do ano abaixo”..e lá estava aquela rapariga pequenita, cabelão magnífico, bem constituída (vá, não queremos ferir susceptibilidades), assim meio misteriosa, bom, na verdade: uma perfeita desconhecida. a primeira vez que o rapaz encontrava a bela rapariga, sem o saber…

E quem diria que o rapaz se deixaria apaixonar, em Amor, pela primeira vez na sua vida?

Depois de, numa noite especial, um belo passeio sem tocar o chão, uma massagem nos pés, uma primeira despedida, vieram noites de jardim, dias de jardim, conversas impensáveis, crescimento imparável! o rapaz sentia que a sua vida crescia tanto que até os olhos ficavam maiores! esta rapariga era uma idealização real, inacreditável…a excitação de sentir felicidade era…tranquila e excitante ao mesmo tempo! (mas também um pouco negligente…) fora de uma escala de família, esta rapariga era a pessoa que mais o tinha ajudado a crescer e, assim, durante 3 longos anos, o rapaz sentiu, pela primeira vez, a sua consciência crescer… e foi crescer com vários tipos de sorrisos,abraços,dores,abraços,tantos carinhos e outras tantas experiências e alguns desafios, foi estar a descobrir a vida, que “a felicidade existe quando não se exige nada mais”…

E agora, em Barcelona, o rapaz sente muitas saudades da menina que está em Lisboa…combina-se partilhar o presente e combinar o futuro, experiência diferente que há-de preparar para…caminhos maiores:)

Agora, em Barcelona, o rapaz dedica umas quantas palavras ao Amor…

“you make me wannabe a better man”

Obrigado Margarida, 20 anos, com Amor:)

 

Babak & Shahrzad

Maio 28, 2008 - 4 Respostas

oh, ‘tava a ser injusto em não lhes dedicar um espacinho público equivalente ao privado:

O Babak y a Shahrzad são casados. O Babak nasceu na Alemanha, de pais iranianos, e a Sharhzad emigrou aos 18. Vivem em Karlsruhe (Alemanha), ela acaba arquitectura, ele já acabou, buscam os dois algo para fazer por aqui. E são muito fixes 🙂 Só estive com eles uma vez separados, e foi com a Shahrzad. Basicamente a cultura persa é:comer. Eles ‘tão sempre a cozinhar (e tão bom…), a petiscar, com fome, a fazer compras pa cozinhar, algo assim:P e por isso eu e o Luís (que, apercebi-me agora, somos um dos casais aqui da casa) vimos neles uns belos companheiros de longas horas na cozinha. Entretanto, dúzias de horas volvidas, conversas, risos e confianças, já sabemos, por exemplo, que no Irão todos vivem vidas-duplas! porque tudo é proíbido (porque há uma ditadura disfarçada) (inclusive alcoól) e portanto o pessoal faz tudo ilegalmente e muito pior, claro. Também já sabemos que em Teerão é raro o dia em que não há uma névoa na cidade pela poluição, que eles chamam “Portugal” às laranjas(!), que assoar em público é falta de educação ou que o nosso sinal “fixe/boleia” é o mesmo que mandar ***”!

O Babak (também conhecido como Kebab, Babar, Bobby, Ballack, Babak Obama, enfim, a lista vai crescendo :D) é basicamente: maluco. É uma moca ‘tar com ele e ouvir e ver o riso-que-parece-que-’tá-a-sufocar! ou só ouvi-lo dizer “I KILL YOU!” (porque lhes mostrámos o Ahmed, the dead terrorist!)(pensando bem: http://www.youtube.com/watch?v=ouDRDzqTu0M enjoy:D) ou ouvir o “HUH?” de dúvida dele…:D

A Shahrzad, bom, ’tá-se sempre a rir, às vezes começa a dançar (sentada) persian-style com aqueles tremeliques de ombros que são giros de ver, faz um estalido especial-persa com os dedos que me deixa um bocado estranho-quase-nauseado e também é mais sensível, vai falando de cenas sentimentais e quê:)

E os dois têm granda classe e…assim um bom gosto, de arquitecto! são bué equilibrados, é fixe tê-los por cá, picá-los e fazê-los rir, deixar-me rir com eles 🙂

Ladies & Gentlemen, Babak & Shahrzad:

 

Maio 27, 2008 - 2 Respostas

E foi assim:

começou a chover há duas semanas, entretanto acabaram as aulas, o belgious fechou para obras durante 4 dias e tenho bué que estudar para os meus 2 exames e 5 trabalhos…

e a somar, há as saudades brutais que despedaçam 1 em cada 7 pedalares meus na bicicleta!

bom, e isto para não falar de que acabei de ver os meus 150 episódios de Scrubs…

que fazer, nesta vida de marasmus (ah!que giro!) …vida sem sentido, sem carinhos, sem abraços, sem beijos, sem Scrubs? que Deus me acuda.

 

chaplin

Maio 14, 2008 - 3 Respostas

1940, plena II Guerra Mundial, Chaplin escreve, produz, realiza e encarna “The Great Dictator”. O seu primeiro filme com som…

pelar a sociedade

Maio 11, 2008 - 4 Respostas

sou sempre um paradoxo.

ao mesmo tempo que me sinto mal por tudo criticar, apercebo-me tudo é, de facto, criticável.

ao mesmo tempo que busco a minha verdade, descubro que não há verdade, que tudo é verdade, tudo pode ser a minha. E é tão difícil encontrá-la rodeado desta quantidade de estímulos,de vícios. Filas de discotecas, cerveja, bêbedos, porros, prostitutas, aparência…como encontrar a minha verdade no meio disto?

sinto que para Ser-de-verdade tenho de me afastar de tudo, pelar a sociedade.

aribau 252

Maio 9, 2008 - Uma resposta

chegar de Olot (Parc Natural Catalunya), preparar a tart’aribau com 8 pessoas na cozinha, comer só delicioso. man..feels good to be home!:)

 

a nossa Catalunya por imagens

Maio 9, 2008 - 4 Respostas